bolsa-familia-valorInformações sobre o fim do pagamento do benefício do Bolsa Família geraram tumulto no final de semana nos estados do norte e Nordeste. Nesses locais, beneficiários correram às lotéricas após o boato de que o recebimento de valores do programa só seria feito até este sábado.

“É algo absurdamente desumano o autor desse boato. Por isso, além de desumano, ele é criminoso. Por isso, nós colocamos a Polícia Federal para descobrir a origem de um boato que tinha por objetivo levar a intranquilidade aos milhões de brasileiros que nos últimos dez anos estão saindo da pobreza extrema”, afirmou Dilma em discurso na cerimônia que marcou a viagem inaugural do petroleiro Zumbi dos Palmares, em Ipojuca.

Aproveitamos o espaço  no blog para saber sua opinião sobre o Programa do Bolsa Família.

 

videomapping

Uma outra Belém em exposição na Casa de Cultura Digital do Pará

Uma outra Belém poderá ser vista na exposição que ocorrerá no próximo sábado, 18 de maio, na Casa de Cultura Digital Pará. Resultado da “Oficina de Video Mapping”, ministradas pelo VJ Pixel, do memeLab (SP), pesquisador multimídia e VJ e por Paloma Oliveira, desenvolvedora e pesquisadora multimídia, educadora e produtora cultural, que acontecerá de 14 a 17 de maio, no Fórum Landi.

A exposição de video-mapping mostrará intervenções digitais na paisagem urbana da capital paraense, cuja técnica consiste na projeção de vídeos em objetos, árvores, fachadas, prédios e outras paisagens urbanas.

As “projeções mapeadas”, como também são chamadas, configuram-se em uma das mais novas formas de arte contemporânea e de intervenção urbana e permitem que o espaço da cidade seja reconfigurado. Para isso, são utilizadas técnicas como aumento de dimensões, ilusões óticas e movimentos em objetos e espaços inanimados.

O projeto das oficinas passou por Porto Alegre, Goiânia, Fortaleza e agora, em Belém, possui o diferencial de ter seus resultados expostos na Casa da Cultura Digital Pará, em parceria com empresas integrantes da Casa da Cultura Digital São Paulo.

VJ Pixel

 Pesquisador multimídia e VJ que desde 2002 desenvolve performances audiovisuais e obras multimídia que questionam a relação das pessoas com tecnologias digitais, através da utilização de tecnologias livres e/ou pervasivas onde o público assume papel de autor. Vj Pixel integrou a estruturação e coordenação da Ação Cultura Digital, projeto do Ministério da Cultura que buscou interligar as produções e textuais e audiovisuais e ações dos Pontos de Cultura do país.

 Paloma Oliveira

 Desenvolvedora multimídia, BASE jumper, pesquisadora, educadora e produtora cultural, busca convergências e aplicações das tecnologias digitais nas artes e no espaço urbano, experimentado linguagens que representem a percepção temporal de um corpo em risco e que experimentem o vídeo em tempo real e as tecnologias digitais para espaços e tempos específicos alem das possíveis simbioses entre corpos carbono e corpos silício. Em 2012, junto com Mateus Knelsen, fundou a Patos’Quo, empresa de arte, tecnologia, inovação e entretenimento.

SERVIÇO

Exposição de Video Mapping

Casa da Cultura Digital Pará (Apinagés, 405 A, entre Mundurucus e Pariquis)

Dia 18 de maio, de 18h às 22h

Entrada franca.

 

Informações

Pixel (Casa da Cultura Digital São Paulo)

http://memelab.com.br

+55 (11) 3662 0571

Imagem

news_image_30036_6579Proposta do grupo é apresentar “jornalismo cidadão”!

O grupo de hackers Anonymous terá o seu próprio portal de notícias, o “Your Anon News”, hoje existente na versão Tumblr. A informação é do site daBBC.

Dedicado ao “jornalismo cidadão”, o site deverá abrir espaço para reportagens no estilo “eu, repórter” e blogs mantidos por jornalistas independentes.

A empreitada midiática é resultado da arrecadação de quase US$ 55 mil (R$ 110 mil) em campanha feita no site de financiamento coletivo Indiegogo. As doações foram captadas em nome do usuário “Jackal Anon”.

“Nós sabemos que seria benéfico para nossos seguidores ‘existirem’ como uma comunidade, além das simples interações através das mídias sociais”, diz um comunicado assinado pelo grupo.

Há, porém, um impasse quanto à linha editorial a ser adotada. Embora o Anonymous afirme que dará atenção apenas a conteúdos de vital importância, separando-se do noticiário policial e de celebridades, há quem desconfie da promessa.

Para o professor de ciberativismo Alan Woodward, da Universidade Surrey, na Inglaterra, é “altamente provável” que a proposta do grupo seja tendenciosa. “A questão é óbvia: se a organização se diz anônima, como confiar no que está sendo divulgado?”, questiona em entrevista à BBC.

091123113201_mobile_226Existem quatro funções -secretas- muito legais no seu celular que você não sabia! (Algumas delas, podem até salvar sua vida)

Veja o que ele pode fazer por você:

Emergência I

O número universal de emergência para celular é 112!
Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado.

Experimente! Emergência II
Você já trancou seu carro com a chave dentro? Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular. Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.

Emergência III *3370#
Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Par ativar, pressione as teclas: *3370#
Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.

Emergência IV *#06#*

Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#* Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e* o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma*. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo.

imagesTwitter é uma ferramenta poderosa de divulgação de ideias e, por este motivo, é indispensável para campanhas políticas. Entretanto, uma vez eleitos, alguns dos candidatos abandonam seu público fiel, como a própria presidenta Dilma Rouseff fez em 2010. Outros, porém, mantêm seu contato com os seguidores após o pleito.

Olhar Digital analisou o comportamento dos prefeitos eleitos dos 10 principais colégios eleitorais do Brasil. Apenas o prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto não teve um perfil localizado. Confira quem deixou a rede social e como utilizam seus perfis aqueles que permanecem ativos:

Eduardo Paes (PMDB, Rio de Janeiro-RJ)
O prefeito do Rio de Janeiro permanece ativo no Twitter, mas não muito. Ele emite tweets esporádicos sobre assuntos relativos à cidade, como o Carnaval. Sua atuação durante a época eleitoral, no entanto, foi muito mais frequente.

José Fortunati (PDT, Porto Alegre-RS)

Fortunati é o homem do tempo do Twitter. Todos os dias ele marca presença na rede social, logo pela manhã, informando a temperatura de Porto Alegre e desejando um bom dia aos seguidores. Ele também costuma responder a algumas das mensagens direcionadas a ele, mas não muitas. Ele diminuiu seu nível de atividade após a eleição, mas nunca foi muito ativo. Durante a campanha, soltava até 5 tuítes por dia, no máximo.

 ACM Neto (DEM, Salvador-BA)
O prefeito baiano é um dos mais ativos no Twitter, com informações sobre seu trabalho cotidiano na prefeitura. Ele ainda responde algumas das mensagens que lhe são direcionadas. Sua atividade que já é bastante alta, foi ainda maior na época das eleições, período em que ele respondia a boa parte dos eleitores.

 Gustavo Fruet (PDT, Curitiba-PR)
Foi o prefeito com o maior contato com o povo que encontramos. Sua atividade é, principalmente, respondendo às dúvidas e mensagens de seus seguidores. As informações sobre sua atividade como prefeito são repassadas, principalmente, como forma de retweets de outros perfis ligados à prefeitura. Foi quem menos mudou sua forma de atuar após a eleição.

Geraldo Júlio (PSB, Recife-PE)
O prefeito do Recife não é dos mais ativos, mas sempre solta alguns tweets esporádicos. Entretanto, praticamente não interage com os seguidores, soltando apenas informações sobre seu trabalho. Na época da eleição ele era mais ativo, mas nunca foi de responder a dúvidas e comentários do público.

Paulo Garcia (PT, Goiânia-GO)
O prefeito de Goiânia está bem longe de ser ativo no Twitter, mas não o abandonou em sua totalidade após o pleito de outubro do ano passado. Seu último tweet foi postado em 1º de fevereiro. Em seus momentos mais ativos, respondia a jornalistas e a alguns tweets do público.

E quem abandonou o Twitter completamente?

Fernando Haddad (PT, São Paulo-SP)
O prefeito de São Paulo nunca mais tuitou após o resultado das eleições. Seu último tweet foi um agradecimento à população que o elegeu:

Roberto Cláudio (PSB, Fortaleza-CE)
Outro candidato ativo que, após receber a confirmação de que exerceria o próximo mandato de prefeito de sua cidade, desapareceu das redes sociais.

Márcio Lacerda (PSB, Belo Horizonte-MG)
Este caso foi o mais radical. Não só o prefeito não voltou mais às redes sociais, como o perfil @MarcioBH40 também foi apagado após a eleição.

Zenaldo Coutinho (PSDB, Belém-PA)
O prefeito de Belém nem ao menos voltou ao Twitter em seu perfil @ZenaldoCoutinho para agradecer os votos de seus seguidores e encerrou sua participação um dia antes das eleições. Além disso, a participação do candidato na rede se resumia praticamente em sua totalidade a retuitar mensagens de apoio e de sua equipe de assessores.

 

Fonte: Olhar Digital

logo-casaTrês empresas se reuniram para realizar o sonho de criar um espaço que agregasse circulação de ideias, projetos, pessoas e empresas procurando novas alternativas para fomentar a cultura digital no Estado. Foram várias casas visitadas até que eles se apaixonassem pela que tivesse uma estrutura ideal.

A fórmula é menos burocrática e mais livre. Antes de qualquer coisa a ser dita a “Casa da Cultura Digital do Pará” é um espaço de troca. O objetivo é disseminar, reunir e desenvolver projetos que estejam diretamente interligados com tecnologia, comunicação digital, design, fotografia e artes visuais e cultura digital em geral. O intuito é de compartilhar e criar experiências inovadoras na cidade, promover debates, eventos, encontros, palestras e oficinas que levem cidadania, educação e tecnologia à diversas comunidades, empresas e municípios.

Trata-se de uma construção conjunta não só do espaço físico, mas de iniciativas, por empresas como a SB Virtual, MF Consultoria Empresarial, o Estúdio Fotográfico dos amigos Marcos Barbosa e Leonardo Mendonça, além de pessoas que pensem de forma diferente e queiram cooperar para a consolidação de ideias que movimentem a cultura digital no Estado. As despesas como aluguel da casa, energia e internet é uma espécie de “vaquinha” entre as empresas que possuem modelo de negócio e estrutura diferenciada dos padrões do mercado

A CCD Pará é um processo de construção multilateral, não se trata de uma Casa onde apenas os idealizadores ofertarão oficinas, cursos, shows e exposições para o público, mas um lugar onde as pessoas também possam ser idealizadoras participando ativamente na construção de um projeto, criando coisas novas e o mais importante, respeitando as diferenças e aprendendo que a cultura digital é mais que uma mudança estética.

O projeto é colaborativo, então até mesmo a decoração da casa, bem como elementos como um simples banco será resultado de doações e de ações que visem a reutilização de materiais.

Cantinhos da Casa

Cada canto do lugar terá uma função. Haverá uma Biblioteca cujos livros serão provenientes de doações e futuramente os visitantes poderão emprestar os livros da casa de forma gratuita. Uma novidade será a “Biblioteca Digital”, que terá pesquisas acadêmicas, e-books, séries, filmes e discos. Basta ter um pendrive ou um notebook e copiar o que quiser do acervo digital montado também de forma colaborativa.

O lugar também terá um hall de eventos e espaços coletivos onde já funcionam as empresas parceiras do projeto como a SB Virtual, MF Consultoria Empresarial e um Estúdio Fotográfico. As empresas que quiserem aderir ao projeto podem visitar a Casa para saber mais detalhes de como pode participar dessa empreitada, ainda há espaço para duas empresas.

Sala de reunião, sala de jogos, cozinha, sala de coworking que será o único espaço pago da casa, onde os usuários que necessitam de um lugar para trabalhar podem fazer um pacote mensal para usar o espaço, esse dinheiro servirá para manter pequenos gastos da casa.

Casas pelo Brasil

O projeto já existe em outras capitais como Porto Alegre e São Paulo. A história toda começou em 2010 na capital paulista, inspirada pelo movimento de contracultura dos anos 60. Na Casa da Cultura Digital de São Paulo surgiram ideias como a do “Ônibus Hacker”, em que foram arrecadados R$ 58 mil de forma colaborativa. O ônibus viaja pelo País para ajudar em projetos locais ligados a iniciativas que envolvam o meio digital.

Outro projeto idealizado pela Casa foi o “Queremos Saber”, uma plataforma online aberta, na qual os cidadãos podem pedir informações ao governo. A Câmara dos Deputados de São Paulo respondeu, por exemplo, quanto gasta em café por mês. Além disso, um grupo de amigos comprou uma impressora 3D para dar início à sua própria linha de produção caseira e de baixo custo, então surgiu o “Metamáquina”, projeto financiado pelo site Catarse.

Construindo a Casa

O espaço ainda está em processo de construção para começar as atividades a todo vapor, por esse motivo é nesse momento que a rede de colaboração se faz mais importante.

Quem quiser fazer parte dessa história pode começar ajudando com a doação de alguns itens que serão muito bem vindos como livros, cabos usb, mouses e qualquer artigo relacionado à tecnologia. Além de jogos para x-box ou videogame normal, jogos de tabuleiro, gibis e mangás.

 

Endereço da Casa: Rua Apinagés nº 405

Twitter: @ccdpara

Facebook: Casa da Cultura Digital Pará

Telefones: (91) 3083-5819

Entrevistas: Kamila Brito (91) 9136- 1881

Maick Oliveira (91) 9126- 9755

Assessoria de Comunicação: (91) 8347-1698